Os livros didáticos são os companheiros diários de longos e longos anos em que passamos na escola. Por isso, seu papel é tão importante na nossa formação. Eles servem para atingir objetivos específicos, auxiliando nas diversas disciplinas e trazendo novos conceitos para o cotidiano. No mesmo ritmo em que o mundo muda, eles devem ser sempre renovados. O livro didático tem grande importância no trabalho pedagógico e no cotidiano da sala de aula. Ele deve ser diversificado e flexível e de fácil adaptação às diferentes realidades. Seja um livro de ciências ou matemática, a obra didática tem como compromisso a informação e o aprendizado, deixando espaço para que a criança e o jovem alinhem conhecimento e entusiasmo. Mas não devemos tomar como base o uso totalitário dos livros didáticos... Criamos alunos tão bem informados que no Brasil inteligência virou sinônimo de erudição. Inteligente é quem sabe muito, quem repete as teorias e conclusões dos outros. Um dia ele poderá até ter opinião própria, mas será difícil se ninguém estimular sua curiosidade. Sem dúvida, toda sociedade precisa de pessoas eruditas, aquelas que sabem os caminhos que já foram percorridos. Erudição não mostra necessariamente inteligência, mas demonstra que a pessoa tem boa memória. O certo seria, talvez, escrever livros "didáticos" menos didáticos e mais motivadores, que estimulassem a curiosidade e fossem mais relacionados com a vida futura de nossos alunos. Alguns dos livros que lemos quando jovens mal estimulavam - nos a virar a página para o próximo tópico, muito menos poderiam seduzi-lo a se dedicar ao assunto o resto da vida. Sem motivação, o livro didático perde a sua real causa. "um país se faz com homens e livros" - Monteiro Lobato P.S.: Rezem pelo meu pai, ele está internado de novo... Beijos e Abraços, amo todos vocês... ALWAYS...



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